Arquivo do mês: janeiro 2012

vivo pra morrer de saudade e todas as noites parecem pardas quase incendiárias com seus ocres e mel escorridos pelas paredes das calçadas Adoçam o céu invertem as incertezas desnuda vulcões e trazem as erupções para dentro do outro lado … Continuar lendo

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Te amo enquanto espero o ônibus de manhã E depois do café que escorre na panela Devagar Te amo enquanto corro a tarde para voltar E depois de um sonho Desesperadamente Te amo dentro do mar E fora dele Por … Continuar lendo

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