Arquivo do mês: dezembro 2011

Poema 55. Quinta poesía vertical

Roberto Juarroz Un amor más allá del amor por encima del rito del vínculo, más allá del juego siniestro de la soledad y la compañía. Un amor que no necesite regreso, pero tampoco partida. Un amor no sometido a los … Continuar lendo

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Tremor

Talvez fosse cedo demais Para não dizer nada E o silêncio azul claro Daquela cidade Não afastava nem um segundo O terremoto Era tarde Muito noite Distraída saudade Liquidificada no vazio Das eletricidades invisíveis Acendendo as pequenas lâmpadas De dentro … Continuar lendo

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Nossas peles Profundas Sagrado lugar de abrigar arrepios Mãos Línguas Coragens Caixinha de surpresas e frios Movimento Transporte para outros planos Absinto Sensação única de água pura Claridade, infinito, realinhamento.

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Depois das Nove

Depois das nove Tudo é realejo Anti realidade Teu beijo   Depois das nove As cores todas gritam E giram silentes como um amuleto   Depois das nove Existem sirenes Sininhos Coisas amenas Desaparecem   Depois das nove Ele chega … Continuar lendo

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Caja

Como uma caixinhas de melindres Descubro outras aberturas Por baixo Pelos lados Para não deixar escapar mais nenhum deles A vida não os precisa Nem tampouco os dias Eles servem para outros tempos Em que as coisas e os restos … Continuar lendo

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Como se fosse

Te aguardo Como se fosse um domingo Fim de tarde Noitinha Dia de guardar silêncio Agonia   Te aguardo Entre as coisas do dia e os nãos da vida Até que se torne tudo sim E iremos passear na pracinha … Continuar lendo

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