Arquivo do mês: novembro 2011

Do ventre

Avó,  menina Mulher dos olhos de mar Ventania Cidade inteira para abrigar palavras Mundo no ventre daqui Dela nasceram sonhos Meninas, Menino, Menina, Meninos… Dela nasceram países Que se renovam Toda vez que ela entra aqui E passa E volta … Continuar lendo

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Ela pousada ali na porta Infinita Com suas asas de folhas Semi abertas Esperava a manhã Sossegada com seus olhos atravessados da noite Seu silêncio dizia tudo Era festa Poderia ser mais E era ela Com suas antenas ligadas aos … Continuar lendo

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Os dois vazios de mar Procuravam areia De bicicleta, Pedalando o ar Nos passos Giravam desesperados Pés de guardar silêncios Pequenos Amenos Nada que um pouco de riso Os desfizesse .

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Ele

Cálido, delirante, vôo raro Teu espaço Calado Entre os meus Aconchego de ventanias Chegada Organização de asas entre os tempos Sala Estar entre o mundo e as nuvens Sagrado

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Pássaro feito do efêmero

Vivo para inventar planos de fuga E todas as noites Gaiolas inteiras se abrem por dentro A matéria prima Escolhida ao acaso Une silêncio, dorzinhas, arames cortados e um pouco de solidão Disso tudo se faz portinhas infinitas A passagem … Continuar lendo

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É sol Silêncio Repetido   É sol Silêncio Repentino   Sopa de dores derramando palavras quentes Quase incendiárias Pequenas doses de vida Suportando esperanças não vindas E continuam Pelo mundo Mesmo só Sentindo tudo.

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O silêncio Retorno Trago de si De novo Fumaça Quase líquida Ativadora de delírios E amenidades Pedaços de incertezas Goles de medo e saudade Enchendo os copos de dentro Feito chuva

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