Arquivo do mês: agosto 2011

Sementes pequenas pedaços de mar um mundo entre as ondas entre os dedos um fio esticado invisível entre os braços dentro das conchinhas nos infinitos da gente.   Dedicado aos abraços dados no mar…

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Fogo

    O calor se espalha nas montanhas da alma E a lua que sorri É pequena para os lábios do mundo Todo mundo quer muito e perde muito do que se deseja … O calor se perde nas montanhas … Continuar lendo

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“Suave foi o chuviscar que perturbou minha calma…”

Como os ventos que cortam as manhãs Neblino Passo do estado de vela para a delicadeza das águas Num passo quase imperfeito quanto os dias Estradas sinuosas Labirintos Estrelas silenciosas Tão delicadas quanto as manhãs Chovo Ensaio pingos fortes por … Continuar lendo

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Enquanto o poema existia uma mosca entrou no avião na verdade ela só foi percebida agora sem roupa adequada para o lugar sua nudez revelava angústia ela tentava ir embora mas as janelas aqui são vedadas como o mundo.

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  Acordar sem nuvens No céu do fim do mundo Onde o vento lambe as esquinas E o silêncio vira música Escrito em linhas cartesianas Desenhando ruas De dentro Das madrugadas frias E dos sopros dos trompetes Dos palhaços do … Continuar lendo

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Existe música nas ruas no vazio na velocidade e em meus ombros… Tal como pássaros nos fios de alta tensão    

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O chá quente derrete a tarde Parece teu colo Desfazendo as horas, os medos, os nós Derrete até a cidade Onde nem moramos mais Esquenta a saudade Os lugares E um passado Todo feito de esperanças…

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